{"id":25996,"date":"2015-01-23T11:06:34","date_gmt":"2015-01-23T14:06:34","guid":{"rendered":"http:\/\/www.radiopajeu.com.br\/portal\/?p=25996"},"modified":"2015-01-23T11:06:34","modified_gmt":"2015-01-23T14:06:34","slug":"preco-de-carne-e-energia-sobe-e-previa-da-inflacao-oficial-ganha-forca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.radiopajeu.com.br\/portal\/preco-de-carne-e-energia-sobe-e-previa-da-inflacao-oficial-ganha-forca\/","title":{"rendered":"Pre\u00e7o de carne e energia sobe, e pr\u00e9via da infla\u00e7\u00e3o oficial ganha for\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Alimenta\u00e7\u00e3o e bebidas puxaram acelera\u00e7\u00e3o do \u00edndice de dezembro a janeiro.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em> Em 12 meses, \u00edndice tem alta de 6,69%, acima do teto da meta de infla\u00e7\u00e3o.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Do G1 S\u00e3o Paulo<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Impactado pelo aumento de pre\u00e7os da carne e da energia el\u00e9trica, o \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma pr\u00e9via da infla\u00e7\u00e3o oficial, ganhou for\u00e7a de dezembro de 2014 para janeiro de 2015, passando de 0,79% para 0,89%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Essa \u00e9 a maior taxa mensal desde fevereiro de 2011, quando ficou em 0,97%.<\/p>\n<p>Com isso, o IPCA-15 acumulado em 12 meses est\u00e1 em 6,69% \u2013 acima do teto da meta de infla\u00e7\u00e3o do governo, de 6,5%. O resultado superou a varia\u00e7\u00e3o registrada em 2014, de 6,46%. Em janeiro de 2014, o indicador havia avan\u00e7ado 0,67%.<\/p>\n<p>A maioria dos grupos de despesas pesquisados pelo IBGE mostrou pre\u00e7os maiores em rela\u00e7\u00e3o a dezembro. O que mais pesou sobre o avan\u00e7o do \u00edndice em janeiro foram os alimentos e bebidas, cuja varia\u00e7\u00e3o chegou a 1,45%. Ficaram mais caros as carnes (3,24%), a batata-inglesa (32,86%) e o feij\u00e3o carioca (24,25%).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m exerceu impacto no IPCA-15 o custo da energia el\u00e9trica, que subiu 2,6%. &#8220;\u00c0 exce\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o metropolitana de Fortaleza (-4,82%) e de Salvador (-1,91%), cujas contas tiveram queda na parcela referente ao PIS\/COFINS, as demais apresentaram alta, com destaque para Porto Alegre, que chegou a 11,8% tendo em vista o reajuste de 22,41% em uma das concession\u00e1rias desde 8 de dezembro&#8221;, diz o IBGE em nota.<\/p>\n<p>Dentro dos gastos com habita\u00e7\u00e3o, que subiram 1,23% e do qual a energia el\u00e9trica faz parte, ainda mostraram avan\u00e7os as varia\u00e7\u00f5es de aluguel residencial (1,26%); m\u00e3o de obra para pequenos reparos (0,95%); condom\u00ednio (0,81%); e taxa de \u00e1gua e esgoto (0,77%).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m impactaram o \u00edndice os pre\u00e7os de \u00f4nibus urbanos, com alta de 2,85%, e as tarifas dos intermunicipais, 3,89%. Eles fazem parte do grupo de gastos com transportes, cujo avan\u00e7o diminuiu de 1,59% para 0,75%, gra\u00e7as \u00e0 queda no pre\u00e7o das passagens a\u00e9reas (de 42,42%, para -4,21%).<\/p>\n<p>No grupo das despesas pessoais, que subiu 1,39%, o destaque ficou com o item empregado dom\u00e9stico, que subiu 1,49%. Servi\u00e7os como cabeleireiro subiram 1,54% e manicure, 1,82%.<\/p>\n<p><strong>Rio de Janeiro lidera alta<\/strong><br \/>\nNa an\u00e1lise por regi\u00e3o, a maior varia\u00e7\u00e3o foi vista no Rio de Janeiro (1,35%), &#8220;sob press\u00e3o dos alimentos (1,96%) e das tarifas de \u00f4nibus urbano (4,67%)&#8221;. Na outra ponta, est\u00e1 Salvador com o menor \u00edndice, de 0,49%, onde os combust\u00edveis tiveram queda 1,56%, al\u00e9m da energia el\u00e9trica, que tamb\u00e9m ficou mais barata (-1,91%).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alimenta\u00e7\u00e3o e bebidas puxaram acelera\u00e7\u00e3o do \u00edndice de dezembro a janeiro. 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